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São inspirações para sermões, conselhos, mensagens, respostas para dúvidas e por aí vai... Divirta-se. "Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê." - Monteiro Lobato.
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4 de novembro de 2020

NO FIM...

E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram do Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras. Apocalipse 16:11

2020 já entrou para a história como o ano mais estranho que a humanidade moderna pôde ver, apesar que a modernidade trouxe consigo já, muitas coisas assustadoras. Guerras mundiais (onde já se viu isso na história?), armas químicas, intolerância, pandemia, divisões, contendas nos seios familiares e de amigos por causa de política ou ideologias. Não podemos viver em harmonia com as diferenças?

Por meio de todas as profecias do tempo do fim (Daniel 12, Mateus 24, 2 Timóteo 3, Apocalipse, etc.), é fácil notar este tempo seria assombrosamente difícil, as pessoas sofreriam toda sorte possível de problemas, doenças, guerras, terremotos, intolerância, tudo o que se possa imaginar, por uma simples razão, o pecado ganharia proporções assustadoras. Isso é impressionante, porque nem mesmo as igrejas aceitam essas coisas como castigo pelo pecado hoje em dia, quer dizer, pode até ser castigo para os outros, não para a minha igreja, que é top das galáxias.

Assim mesmo as pessoas pensam, o erro está nos meus pais, no meu cônjuge, no meus irmãos, nos vizinhos, na polícia, nos bandidos, nos homossexuais, nos políticos, nos adúlteros, nos fundamentalistas, nos liberais, nos americanos, nos russos, nos chineses, nos venezuelanos, nos ditadores, nos empresários, seja o que for, as pessoas acharam um culpado, e se for preciso culpar a Deus, eles culparão, mas não assumirão seus erros ou seus pecados.

Todos estes acontecimentos previstos profeticamente já não assustam mais ninguém, cada dia que se passa vemos um mundo mais terrível, mas as pessoas não se assustam mais como no 11 de setembro de 2001 ou no tsunami de 2004.. o mundo parava para acompanhar aqueles acontecimentos. Hoje, as pessoas só querem mesmo é curtir, receber sua comida, se locomover, interagir (tudo isso por aplicativos), não queremos mais compromisso com os outros, amar? Só à nós mesmos e nossos desejos doentios. O interesse no fim da pandemia não é sair pra fazer um mundo melhor, mas pra poder curtir.

Infelizmente, a história da humanidade, diferente do que prega a teoria da evolução, não está caminhando para uma evolução, mas para um fim trágico. Não estamos evoluindo, em conhecimento sim, mas não em sabedoria, a própria espécie humana está se desfazendo e se auto sabotando. Se quisermos luz, temos a palavra de Deus, ela sim, é luz para o caminho, fora isso, o ser humano pode produzir qualquer vacina ou tese filosófica que a direção da humanidade é uma só. Só há liberdade e salvação em Jesus. Se não O aceitarmos, só nos resta curtirmos uns diazinhos nesta Terra.

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29 de outubro de 2020

A DOR

E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. Apocalipse 21:4


Certo dia, conversava com minha mãe sobre as dores que estava sentindo por conta dos treinos na academia e ela fez o seguinte comentário: "eu que não vou pagar pra sentir dor". Aquilo me silenciou no momento, na hora não tive uma resposta, mas fiquei pensando sobre p
agar para sentir dor. Realmente, não faz sentido pagar para sentir dor, ou melhor, investir, para sentir dor. Eu acredito que ninguém faça isso, não sendo a dor um fim, mas um meio. Claro que eu não pago para sentir dor, eu pago porque quero outros resultados, e a dor faz parte do processo.

Infelizmente, a dor passou a fazer parte dos processos humanos, como um meio, em um mundo de pecado, a dor pode ser vista com bons ou maus olhos, depende do ponto de vista, porque ela pode ensinar bastante. Mas ela também é um fim, não porque Deus quisesse ou houvesse planejado, mas porque ao ser humano aceitar o pecado, aceita com ele o seu fim: a morte. E pode parecer loucura pensar que corremos tanto para chegar a este fim, mas no final, é o que a maioria faz: luta, se esforça, corre, dá o melhor, para ir à este terrível fim.

O salário do pecado é a morte (Romanos 6:23), Adão e Eva já sabiam disso quando pecaram pela primeira vez. Antes de pecarem, eles já sabiam qual seria o fim pois Deus os alertou de que no dia em que desobedecessem Sua ordem, ele iriam morrer. A serpente disse que não, que eles não morreriam, pelo contrário, além de viverem, ainda seriam iguais a Deus. A tentação para eles foi de mais, imagine, poder ser como o Criador daquele mundo perfeito, o que eles não poderiam fazer também?!

Mas foi nesta ideia que não só a morte chegou naquele dia, como passou a fazer parte da história humana diariamente. A morte do cordeiro substituiu a morte de Adão e Eva naquele dia, eles puderam sair do jardim cobertos com as roupas do cordeiro, porém a morte iria lhes acompanhar diariamente, até de fato morrerem, viram a morte das flores, dos animais, do próprio filho... e a dor passou a ser o meio pelo qual teriam os resultados que mais pudessem sonhar, pela dor do trabalho comeriam, pela dor do parto teriam filhos.

Sim, a dor. Pelo pecado, a dor passou a todos os homens, mas também afetou a Deus. Jesus veio, homem de dores e que sabe o que é padecer (Isaías 53:4). O Deus que criou o mundo perfeito, se submeteu à dor de ver Seu filho morrer e de experimentar a morte, a dor. Hoje a dor faz parte, pagamos para sentir dor dos treinos, em cirurgias, no trabalho, nos relacionamentos. Mas podemos ter a esperança de que um dia, não mais haverá dor.

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5 de outubro de 2020

SOBRE JUSTIÇA 2

 Achamos terrível (ou não) o conceito de justiça "olho por olho", mas no fundo é este conceito que nós preferimos, onde o transgressor paga proporcionalmente à sua pena, talvez, sofra um pouco mais, porque a vítima dele não sabia o que iria perder, e ele sabe, com antecipação, fora que o tratamento da vítima é um e a dele outro, após a situação, ele estará condenado por toda a vida, não basta apenas lhe retirar o olho que ele merecidamente perdeu. Mas a justiça de Deus é outra, bem diferente da nossa, na dEle, justiça e amor andam juntas, na nossa, amor é uma coisa, justiça é outra.

Por isso o cristianismo é algo revolucionário, não é apenas não fazer o mal, mas também fazer o bem, e isso nem sempre é ensinado. Todos os talentos que Deus nos concedeu, são para se fazer o bem, e não apenas para usarmos para nós mesmos apenas. Por isso a salvação não é por obras, porque quem pode fazer mais (e há quem possa) pode ser levado a pensar que merece mais, mas a justiça de Deus é dar o mesmo fim a todos os que fizeram o bem, seja tendo feito mais, ou menos.

Muitos acham que denunciar a injustiça é um ato de justiça, e não necessariamente. Devemos sim, denunciar a injustiça, onde quer que ela ocorra, mas se não agirmos justamente, de nada serve a boa intenção. E esse foi o diferencial na igreja primitiva, eles não apenas denunciavam a injustiça, mas agiam justamente, quer aprender a fazer justiça? Aprenda com a igreja primitiva, com Cristo e seu exemplo aqui na Terra.

Nós já nascemos com o senso de justiça, em Cristo, podemos aprimorá-la. Quando crianças, ainda cedo, nos sentimos injustiçados ao não receber aquilo que achamos justo, e antes de falar, já choramos reclamando nossos direitos. Na adolescência, ao entendermos melhor sobre o mundo, sondamos traços de injustiça em cada detalhe, em casa, na rua, na escola, e muitas vezes, de forma até exagerada, mas esta é a justiça humana. Porém, sobre a justiça divina, temos que aprender muito, porque é diferente, e ao descobrirmos, podemos nos surpreender.

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25 de setembro de 2020

SOBRE JUSTIÇA

O que nos faz ser salvos? Esta é uma das perguntas que a humanidade carrega consigo. Algumas pessoas sabem, outras, acham que sabem, outras preferem viver como der, e apostar seu destino eterno na sorte de ter sido visto com bons olhos. Ter sido visto, este é o grande problema, porque costumamos julgar pelo que vemos, e o nosso olhar não é inocente, nós vemos o que queremos ver. Quando não vamos com a cara de alguém, por mais atos de bondade que esta pessoas faça, mais desconfiança é gerada de nossa parte.

De todo modo, de algum jeito, nós seremos salvos ou nos perderemos, para quem se preocupa com seu destino eterno, estes questionamentos os acompanha dia e noite, não apenas para sua própria vida, mas para a vida de outros também, pois, de maneira direta ou indireta, consideramos que as pessoas que achamos boas merecem a salvação e as que não achamos boas, não a merecem, afinal, a salvação é vista como um grande prêmio para os bonzinhos e a perdição e sofrimento é o prêmio (justo) para os maus.

Eis aí os problemas neste tipo de julgamento, porque de fato, não temos conhecimento do que se passa no coração das pessoas, pois Deus é o juiz e Ele tem acesso a tudo. Enquanto para nós uma mãe de família dedicada é mais justa que um assassino vil, por trás do que enxergamos, podem haver valores inversamente proporcionais, pois em alguns casos, enquanto no coração desta mãe dedicada pode reinar inveja, orgulho, etc, no coração deste homem vil, pode reinar um enorme desejo de mudança, e quem sabe seu fim será como o do ladrão que se salvou em seu último momento de vida ao lado de Jesus na cruz. Justo?

Para alguns, que se dizem tementes a Deus, essa história só é bonita porque aconteceu bem longe deles, porque se acontecesse com o ladrão que lhes assaltou, lhes furtou, lhes roubou, morrer salvo e sem restituir o prejuízo causado, pode além do ressentimento, ainda lhes causar revolta. Revolta? Mas Deus não é justo? Sim! Deus é absolutamente justo, e por isso não devemos nos meter na justiça de Deus, porque sua justiça não é entendível à mente humana. Para nós, o conceito de justiça e de amor são conceitos abstratos. Achamos que ao aceitarmos Jesus, esses conceitos se apoderam de nós, mas não, continuamos com a mente de qualquer ser humano, talvez um pouco melhorada.

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5 de setembro de 2020

VOCÊ CONFIA?

"Ó Senhor dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia". Salmos 84:12

Quando criança, tive um dente pronto para ser arrancado, mas eu já tinha arrancado outros dentes e estava postergando ao máximo a retirada deste. Ele já estava muito mole, e minha mãe então sugeriu que amarraria uma linha no meu dente para que eu pudesse ficar amolecendo até que ele ficasse pronto para ser arrancado. Eu desconfiei que este fosse um plano para arrancar meu dente, e falei sobre a minha suspeita. Ela negou e me prometeu que não faria isso, mas tão logo ela apertou a linha, com um puxão, vi meu dente sair e junto a ele, parte da confiança que eu tinha na palavra de minha mãe.

Muitas décadas se passaram desde então, mas ainda hoje me lembro daquele dia: o dia em que deixei de confiar plenamente em minha mãe. Obviamente, ao crescer, eu entendi que tudo o que aconteceu naquele dia não passou de uma lição pra mim, pois ela pretendia me ensinar a não fugir dos meus problemas, mas de brinde, aprendi que não devo confiar cegamente em ninguém! Com a experiência de vida adquirida, também percebi que não apenas podemos confiar cegamente nas pessoas, mas que também não merecemos a confiança absoluta dos outros em nós!

Belissário Marques afirma em seu livro "A Vida é uma Arte"  que "a confiança é  a única forma de garantir a sobrevivência  social". A desconfiança e a frustração fazem parte da vida, e precisamos aprender a lidar com elas, pois, caso contrário, elas podem acabar com a gente, e pior que perder a confiança nos outros, é perder a confiança em si mesmo. Embora a desconfiança e a frustração sejam algo negativo, tudo que é negativo tem seu lado positivo, pois a possibilidade do negativo pode nos ajudar a lutar pelo positivo.

A confiança é necessária quando precisamos começar, recomeçar algo e também para assumir compromissos. Mas confiança não é um conceito abstrato, confiança é algo que só podemos demonstrar por meio de atos. O mundo hoje está lotado de pessoas que ensinam os outros a confiarem em si mesmos e por meio de mantras, repetem inúmeras frases auto motivacionais que só servem mesmo para acalentar uma consciência culpada, quando servem. Não nego aqui a relevância da Programação Neuro Linguística, mas sou totalmente contra tentar resolver problemas reais com essas frases clichês.

Davi confiava muito em Deus, podemos ver em seus salmos, quantas palavras e frases que afirmam isso. Mas toda esta poesia não seria nada se Davi não fosse o homem cuja a história bem conhecemos, ele mostrou com sua vida que confiava em Deus, enfrentando leões, ursos, gigantes, exércitos... Curioso é que só temos a palavra dele de que ele enfrentou leão e urso, se ficasse por isso, poderíamos dizer que ele fosse um grande mentiroso, assim como seus próprios irmãos achavam, mas o que temos da história dele, relatados nos livros, mostram que isso aí, com certeza era bobagem. Você confia em Deus? E como pode mostrar isso?

Referências:
MARQUES, Belissário. A vida é um aarte: descubra a beleza em cada estação da existência / Belissário Marques. - Tatuí, SP : Casa Publicadora Brasileira, 2019.


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25 de agosto de 2020

CARNE E UNHA, ALMA GÊMEA!

Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos. Juízes 21:25

Temas do coração sempre são assuntos polêmicos! Para alguns causam suspiros, para outros raiva, para outros frustração ou até mesmo desesperança! Mas tenha calma, ou não, porque o texto de hoje é para quem possui nervos fortes, fala de uma história de amor, mas trágica. Não é lá um exemplo que reflita a realidade, nem uma sentença para quem erra ao escolher um amor para a vida, mas uma possibilidade, das tantas trágicas existentes.

Praticamente todo mundo conhece o romance Romeu e Julieta, por ter lido, assistido ou ouvido falar, trata-se de um romance com fim trágico, mas que desperta tantas paixões ardentes a ponto de inspirar diversas pessoas a querer viver um amor tão intenso. Mas também fala de um amor proibido, o que desperta em muitos a curiosidade. Uma mistura de emoções e sentimentos que nos levam a uma pergunta (dentre outras): vale a pena viver algo tão intenso mesmo que isto cobre caro?

Não sei se Shakespeare buscou inspiração nesta história de hoje, mas lembra bastante. Imagine um homem tão apaixonado por uma mulher a ponto de ir contra os pais e a seus próprios valores para estar com ela. Mas as circunstâncias não eram as mais favoráveis: a família e os amigos dela eram inimigos declarados da família do noivo, mas o noivo não se preocupa, porque por sua amada, ele está disposto a enfrentar, se preciso, a espada, mas se manterá convicto a este amor, afinal, além de disposto, ninguém é louco de tentar algo contra ele, ele era praticamente insuperável, os que tentaram fazer mal à ele, só se deram mau.

Este personagem é Sansão, homem de paixões ardentes impulsividades. Mas em sua auto confiança, ele acabou ignorando que nesta história, ele não podia ser vencido pela força, era praticamente indestrutível, mas as outras pessoas não, e nossas escolhas não dizem respeito apenas à nós mesmos, mas afetam à todos ao nosso redor, cumpre-nos calcular o quanto estamos dispostos a pagar por isso. A mulher pela qual ele se apaixonou podia estar segura à seu lado, mas estava totalmente vulnerável sozinha, e foi assim que os inimigos dele aproveitaram: sua fraqueza! Em um dado momento, ameaçaram matar a mulher e o pai queimados, caso ela não lhes desse o que queriam, e ela acabou cedendo, você em seu lugar, o que faria diante de tal ameaça?

Ela consegue tirar a informação de Sansão, mas acabou morrendo queimada com seu pai. Porque a ação dela despertou uma ira em Sansão que o fez abandona-la por um tempo e ao voltar ela tinha se casado com outro, como retaliação, Sansão queimou a plantação do povo dela e estes deram o mesmo destino da plantação à ela. Na sequência histórica ele se apaixona por outra que é subornada e também entrega outro segredo dele, levando-o à ruína. Viveu intensamente, amou de mais, mas amou o que não devia. 

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4 de agosto de 2020

SIMPLES COMO UMA POMBA

"Portanto, sejam simples como as pombas e sagaz como a serpente. Mateus 10:16

Por quatorze anos, a Nokia foi líder de mercado na venda de celulares, embora existisse muito antes de se aventurar na fabricação de telefones móveis, foi com a fabricação destes aparelhos que a empresa finlandesa ganhou o mundo. Porém, após o anúncio do IPhone em 2007 por Steeve Jobs, não houve como se recuperar, ele apresentou ao mundo um novo conceito em tecnologia: a simplicidade. As novas tecnologias não deixariam de ser complexas, porém não mais se admitiria modelos que não fossem apresentados de forma simples.

Quando Jesus esteve na Terra, Ele revolucionou o mundo simplificando conceitos complexos de modo que qualquer pessoa que quisesse, pudesse entender. Democratizou a salvação, que antes parecia tão distante dos meros mortais e especialmente aos mais humildes. Ao mesmo tempo que simplifica as questões espirituais concernentes à salvação, também nos lembra que ainda seremos julgados e simplifica os conceitos e preceitos sobre pecado, nos apresentando um modelo ainda mais profundo, porém de forma mais simples, matar não é apenas desferir golpes e atentar contra a vida de alguém, mas ao insultarmos alguém, já somos passíveis de culpa.

Por fim, se quisermos ter uma vida feliz, precisamos aprender a simplificar as coisas. Simplificar também não é tarefa simples, primeiramente, é necessário ter consciência de que certas coisas em nossas vidas não são simples, e poderiam ou deveriam ser. Jesus diz que se quisermos obter a salvação, precisamos ser como uma criança. Uma criança é simples, se ela quer saber, ela pergunta, cria suas teorias e vai em busca de confirmação, até serem confirmadas ou refutadas, mas não ficam apáticas diante do que se apresenta em sua frente. Mas a simplicidade se exerce também pela curiosidade.

Os aplicativos, sites e sistemas ao nosso redor buscam uma coisa: ser intuitivos. Ser intuitivo é disponibilizar informações de forma simples, de modo que as pessoas, por mais que nunca tenham tido a experiência com aquele sistema, dado um conhecimento prévio (digitação, informática, manuseio em um determinado aparelho ou conhecimento técnico específico) possam navegar no sistema em que irá utilizar. Esta palavra "navegar" é interessante porque apresenta bem o conceito de simplicidade. Se compararmos a simplicidade com o mar, veremos que ambas, superficialmente são minimalistas, mas por baixo, há muita coisa, e você precisa de um barco e noção de direção para poder navegar.

Outro exemplo que Jesus diz é para que sejamos simples como uma pomba e sagazes como uma serpente. Todos estes exemplos aqui citados explicitam isso, mas como ser uma pessoas simples? Como lidar com a sexualidade, a morte, problemas familiares, rejeição, ansiedade e tantas outras coisas de forma simples? Existem inúmeras formas, que não cabem neste texto, mas, em resumo, se você não sabe simplificar, busque alguém que saiba fazer isso, alguém que já passou por isso e aprendeu a simplificar. Mas simplificar requer sabedoria, e se você quiser um conceito de sabedoria simplificado, leia Provérbios 9:10.

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